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quarta-feira | 05 ago 2026 | 12:30
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SUÉCIA
Teatro Nacional São João
de Pedro Mexia
prefácio de Jacinto Lucas Pires
posfácio de Pedro Mexia
Verão de 1976. Aproximam-se as eleições que ditaram o fim do consulado social-democrata na Suécia. Numa ilha de Estocolmo prepara-se o casamento de Monika, filha de Egerman, um intelectual desencantado com o modelo sueco. Dois regressos inesperados vão desencadear questões latentes sobre as ilusões do passado. Intrigado por "uma certa ideia" da Suécia como paraíso (perdido?), Pedro Mexia joga com a mitologia que dela nos chegou do cinema, do teatro ou da música. Peça de câmara, com os seus solos e duetos, Suécia convoca um elenco paralelo de autores que a assombram, com destaque para Bergman. É conduzida por uma leveza de comédia screwball, onde se insinua a gravidade de ecos de Strindberg, Ibsen e Tchékhov. A família, a felicidade, a ligação entre o pessoal e o político são ideias em circulação num pingue-pongue verbal que materializa a ideia de jogo que a move. "E a felicidade é isso? Isso o quê? O peixe ou o isco? Não querer nada. Ou querer pouco.
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Comédia de Bastidores
Teatro Nacional São João
de Alan Ayckbourn
tradução e prefácio de Paulo Eduardo Carvalho
(...) Um dos aspectos mais atraentes de toda a produção deste dramaturgo conservador, praticante fiel do "divertimento teatral" e avesso ao teatro de ideias, é, sem dúvida, a força das suas construções teatrais: todas as suas peças acabam por ser, também, sobre a natureza do artifício teatral. Simplificando, há sempre algo no modo de Ayckbourn contar as suas histórias que traduz um gosto experimental. Dentro dos moldes muito conservadores da peça-bem-feita e das convenções mais reconhecidas da comédia, Ayckbourn experimenta, arrisca combinações inusitadas, extrema o nosso horizonte de expectativas. Do prefácio de Paulo Eduardo Carvalho
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TEATRO INFANTIL a arte cénica aos olhos da criança
Teatro Nacional São João
de Chiara Guidi, Lucia Amara
tradução Hugo Miguel Santos
prefácio Madalena Victorino
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Salomé
Teatro Nacional São João
de Oscar Wilde
tradução e prefácio de Joana Frazão
Redigida em francês entre 1891 e 1892, Salomé só viria a conhecer o palco em 1896, encenada por Lugné-Poe no parisiense Théâtre de luvre, a casa do teatro simbolista. Wilde justificou assim a opção pela língua francesa: "Só tenho um instrumento que sei que domino, que é a língua inglesa. Havia outro instrumento que eu tinha escutado a vida toda, e por uma vez quis tocar este novo instrumento e ver se conseguia fazer algo de belo com ele." Conseguiu-o, e a beleza andou sempre a par do escândalo. Em 1892, uma produção inglesa com a actriz Sarah Bernhardt no papel titular foi proibida. Salomé baseia-se no episódio bíblico da decapitação de Iokanaan, nome hebreu de São João Baptista, narrativa atormentada pelo desejo e pela transgressão, assuntos recorrentes na obra do escritor irlandês. No prefácio que acompanha esta tradução, Joana Frazão diz-nos que há na peça "uma tensão entre visão e palavra, entre olhar e escutar, entre o que se faz com o corpo e o que se faz com as palavras". Não será esta a marca de água do teatro que importa?
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O Café
Teatro Nacional São João
de Carlo Goldoni
tradução de Isabel Lopes e Fernando Mora Ramos
posfácio de Fernando Mora Ramos
No final, Dom Márcio não está arrependido de nada. Sente-se incompreendido, só isso. Não é uma criatura que procura regenerar-se. Vai continuar a ser a "trombeta da comunidade", o coscuvilheiro, o intriguista, já não em Veneza, mas noutro sítio qualquer. Eugénio não muda nada: transporta sempre aquele entusiasmo pelas coisas, pelo jogo, pelas mulheres, vejo-o como um Peter Pan depravado, alguém que se recusa a entrar na vida adulta. Vitória amadurece: percebe no fim que aquele amor não era assim tão perfeito como imaginara, cresceu, era uma rapariga no início e no final é já uma mulher. É certo que Ridolfo representa a moralidade dominante, mas é uma moral que é sistematicamente contrariada e colocada sob tensão no confronto com as outras personagens; mas também ele evolui: vai perdendo a compostura, até se tornar violento. A haver evolução, ela faz-se não no sentido da regeneração mas da desilusão, da crispação. Não há regeneração possível, os casais vão continuar a enganar-se e a reconciliar-se, e o jogo, com ou sem batota, vai prosseguir. A peça não nos propõe uma resolução, um final feliz, uma moralidade e nem tão pouco uma verdade. A verdade aqui reside nas pulsões, que são secretas, que são do domínio do não-dito, do não-figurado.
Giorgio Barberio Corsetti Manual de Leitura O Café, TNSJ, 2008
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O Resto Já Devem Conhecer Do Cinema
Teatro Nacional São João
de Martin Crimp
tradução de Isabel Lopes
Havendo necessidade de definir a peça de Martin Crimp, ela não cabe em nenhuma simplificação, escapa ao nome, pratica o aforismo profético, a pergunta, percorre do mito à história o tempo ancestral e o presente (o da realidade e o da cena), pelo raciocínio mostra o que revela, joga na ficção associações imprevisíveis, o lírico como matéria cénica. é um teatro épico, pela narrativa e interpelação directa dos espectadores. E é um teatro do pensamento, um teatro da história, da palavra, das imagens da frase, do corpo da palavra no espaço, sua extensão e rigor sonoros, os seus sentidos e, nessa medida, também é gestual/conflitual, físico, falas que moram no corpo sabidas de coração, como diz Steiner. Estamos diante da diversidade estrutural, dramática e cénica, de um teatro integral. Do prefácio, Fernando Mora Ramos
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Despesas de Representação
Teatro Nacional São João
Despesas de Representação Ditos e Escritos (1975-2025)
de Ricardo Pais
organização editorial Pedro Sobrado
"Numa das minhas recentes insónias, estive a ler sobre o nada e sobre o infinito", confessa Ricardo Pais na Conferência Improvisada, publicada no Manual de Leitura de al mada nada, em 2014. Do nada ao infinito, cabem cinquenta anos de intensa criação artística e um vastíssimo conjunto de documentos produzidos pelo encenador, que facilmente se converteria numa biblioteca com vários volumes. Despesas de Representação: Ditos e Escritos (1975-2025) propõe, num só livro, uma criteriosa seleção de textos e entrevistas, até agora dispersos ou mesmo indisponíveis, cujo valor excede a circunstância que lhes deu origem. Com organização editorial de Pedro Sobrado, Despesas de Representação é uma tentativa de ordenar esse incomensurável legado, reconstituindo não só o pensamento de um dos nossos mais ousados e instigantes criadores cénicos, mas também um capítulo importante da história teatral dos últimos 50 anos. "Ler até tresler é parte da nossa profissão", diz uma das atrizes de Madame, de Maria Velho da Costa, que Ricardo Pais encenou em 2000. Livros como este convidam a não menos do que isso: ler até tresler. Do nada ao infinito.
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As Criadas
Teatro Nacional São João
de Jean Genet
tradução e prefácio de Luísa Costa Gomes
Obra primeira, inaugural do transbordar de variantes na escrita dramática de Genet, As Criadas (1947) trata de um delito cismado, sonhado, ritualizado como uma missa negra. Duas criadas irmãs congeminam o homicídio da sua patroa, entregando-se a uma espiral de jogos de representação, espaço cerimonial de um sacrifício. Em 2016, instigada pelo encenador Simão do Vale Africano, Luísa Costa Gomes traduziu pela primeira vez em Portugal a "versão Genet", aqui publicada, que difere da chamada "versão Louis Jouvet", o texto da primeira encenação dAs Criadas, tornado canónico nas inúmeras representações da mais representada das peças do dramaturgo francês. Conta Genet que, na altura da estreia, um crítico de teatro fez notar que as verdadeiras criadas não falam como as da sua peça. "Pretendo o contrário", replicou. "Porque se eu fosse criada falaria como elas. Em determinadas noites. Porque as criadas só falam assim em determinadas noites."
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O Barrete de Guizos e Outras Peças
Teatro Nacional São João
de Luigi Pirandello
tradução e prefácio de Simão do Vale Africano
Luigi Pirandello nasceu em Agrigento, pequena cidade siciliana, tendo um conhecimento íntimo e próximo das pessoas que habitavam aquele interior pouco povoado e árido. A maneira como constrói os personagens a partir da sua própria concepção da língua é, para mim, o factor mais interessante, de entre vários, da sua obra. (...) Os heróis de Pirandello não têm capa, nem espada, muito menos armadura, são frágeis, têm muitas vezes uma necessidade quase educada de se expressarem. São pessoas "possíveis", por vezes feias ou velhas, que se deparam constantemente com a vida como quem se depara com uma ironia. Esta, chamemos-lhe de forma simplória, simplicidade caracterial é uma força comunicacional à qual o autor se agarra com avidez. (Do prefácio)
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Jacques ou a Submissão
Teatro Nacional São João
de Eugène Ionesco
tradução e prefácio de Alexandra Moreira da Silva
O assunto principal de Jacques ou a Submissão é a linguagem, ou melhor, o processo de decomposição da linguagem, num crescendo imparável, "a todo o vapor, a galope, a pleno galope". As frases pulverizam-se no nonsense, os diálogos, mecanizados, conduzem-nos à vertigem do nada. Preso num jogo de convenções sociais de cujas regras anseia libertar-se, Jacques é conduzido, segundo Ionesco, "até à mais completa submissão, ao ponto de se resignar a uma espécie de quietude biológica". Obra emblemática do "primeiro Ionesco", nela o autor deu "livre curso à fantasia", instalando-se "no já habitual terreno dramatúrgico da banalidade e da opressão do lar". Palavras da tradutora Alexandra Moreira da Silva, que cita a ensaísta norte-americana Susan Sontag, para quem Jacques ou a Submissão era "uma peça realmente notável e bela".
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Histórias do Teatro
Teatro Nacional São João
de Tobin Nellhaus
tradução
Um verdadeiro atlas do teatro, que desafia a uma viagem pelo mundo das artes cénicas. Com um panorâmica transnacional e transtemporal - alheia a fronteiras conceptuais -, Histórias do Teatro desvenda de que forma esta arte se tornou central nas culturas da Ásia, de África, das Américas e da Europa. Das práticas ancestrais às expressões mais disruptivas da actualidade, este livro integra os factores sociais, políticos e tecnológicos na caracterização de uma arte múltipla, instável e vibrante.
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Um Sonho
Teatro Nacional São João
de August Strindberg
tradução e prefácio de João Paulo Esteves da Silva
Escrita em 1901 e levada à cena em 1907, Um Sonho é uma das obras mais revolucionárias de August Strindberg. O dramaturgo sueco enfrenta e resolve aqui um paradoxo: representar a forma incoerente mas aparentemente lógica do sonho. As personagens tomam corpo, dissolvem-se, reconstituem-se. Abandonam a cena para reentrar logo a seguir num outro tempo e lugar. Tudo pode acontecer, tudo é possível e provável neste arsenal de aparições. No prefácio, João Paulo Esteves da Silva (músico, poeta, tradutor) fala-nos de "quadros de vida que se sucedem segundo uma musicalidade onírica". Mais: "É possível encontrar ecos formais de técnicas de composição musical, como a repetição integral ou variada do mesmo motivo, desenvolvimentos, refrães e até uma alusão à forma sonata, se considerarmos que o segundo tema, A entrada da ópera, se repete no final na mesma tonalidade do primeiro tema, O castelo crescente." Sonhos rasgados, um castelo em chamas, "um botão em flor explode num crisântemo gigante", ouve-se música. "Chiu! Os ventos ainda cantam!"
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