Promotor
Universidade de Coimbra - Teatro Académico de Gil Vicente
Sinopse
De Óscar Silva
Vado e non Torno explora fronteiras performativas inspirando-se na “glitch art” para abordar o erro e o tempo real. Com direção artística e performance de Óscar Silva e Mauricio P. Castro, também na dramaturgia, pretende concretizar-se unicamente no plano real, implicando o corpo do outro que cocria e observa simultaneamente. Maurício P. Castro, encenador brasileiro, parte do capítulo 6 de Ulysses de James Joyce levando público e performer numa jornada sobre a morte e o além. Em palco, entre sombras e falhas, reflete-se a criação como evento imprevisível e impuro, desafiando perceções de tempo, realidade e mortalidade. Dedicado a Sylvia Soares.
Ficha Artística
Direção e conceção Óscar Silva
Encenação e texto Maurício P. Castro
Interpretação Óscar Silva
Interpretação e criação musical Cláudio Nascimento
Coprodução em residência O Espaço do Tempo
Produção executiva Joana Gomes e Rita Piteira
Comunicação e assessoria de imprensa Rita Piteira
Apoios Fábrica da Criatividade; Câmara Municipal de Castelo Branco | Apoio República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes | Agradecimentos Lívio Mangina e Laura Trevisan
Horário de Funcionamento
Bilheteira / Atendimento Presencial
Segunda a sexta-feira: 17h00 - 20h00
Sábados, domingos e feriados: encerrada.
Em dias de eventos: abre duas horas antes e encerra uma hora depois do início do espetáculo.
Informações Adicionais
O Festival END — Encontros de Novas Dramaturgias é uma celebração bienal da escrita original para teatro e outras artes performativas. Convida criadores a partilhar os seus trabalhos mais recentes em múltiplos formatos – seminários, leituras encenadas ou participativas, ensaios abertos, espetáculos, entre outros – promovendo um encontro vivo entre a palavra, a cena e as suas linguagens.
Com vocação para a descoberta, o Festival END acolhe processos de escrita em diálogo direto com a prática artística, reunindo artistas, investigadores, professores e estudantes que interrogam as potências e os caminhos da dramaturgia contemporânea.
Na edição de 2026, o Festival END acolhe e promove novos trabalhos de autores como António Alvarenga, Catarina Vieira, David Marques, Henrique Vieira Furtado, Jorge Louraço Figueira, José André, Leonor Mendes, Lígia Soares, Luís Araújo, Marco Mendonça, Mickaël de Oliveira, Miguel Castro Caldas, Nuno Pinheiro, Óscar Silva, Patrícia Portela, Ricardo Correia, Rui Pina Coelho, Sérgio Matias, Sónia Baptista, Teresa Coutinho, Tiago Cadete, entre outros.
Produzido pelo Colectivo 84, a 7.ª edição do Festival END decorre ao longo de quatro dias, no mês de março, passando por duas cidades: Coimbra, em coprodução com o Teatro Académico de Gil Vicente, e Aveiro, com o Teatro Aveirense. O festival assinala o Dia Mundial do Teatro, a 27 de março, com programação na cidade de Aveiro.
Direção artística Mickaël de Oliveira
Assistente de direção Maria João de Vasconcelos
Acompanhamento crítico Roberto Terra
Direção de produção Héloïse Rego
Coordenação Mediação e Comunicação Maria João de Vasconcelos
Apoio à comunicação Inês Melo
Apoio à organização Roberto Terra
Direção técnica João Monteiro
Design gráfico Eduarda Fontes
Gestão financeira e de projeto Emília Moreira
Coprodução Teatro Aveirense, Teatro Académico de Gil Vicente
Parceria Casa das Artes – Fundação Bissaya Barreto, Círculo de Iniciação Teatral de Coimbra, Casa da Esquina, Casa da Esquina, A Escola da Noite, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra
Apoio República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / DGARTES – Direção-Geral das Artes
Preços