Promotor
Câmara Municipal de Setúbal
Breve Introdução
A palavra Serenata lembra-nos cenários rústicos e trovas de amor. Porém, já desde finais do século XVIII, o termo estendeu-se ao domínio da música instrumental. Eram peças de curta duração vocacionadas para o entretenimento social e tocadas por pequenos agrupamentos, na maioria dos casos por uma só família de instrumentos, fossem sopros ou cordas. Com o avançar do tempo, o género assumiu maior ambição artística. É o caso das serenatas que se juntam neste programa, assinadas por dois compositores que se conheciam bem. O Op. 44 de Dvorák surgiu no final da década de 1870, sem flauta, mas com três trompas. Nela combinam-se reminiscências do estilo de Mozart e a inconfundível sonoridade da música tradicional da região da Boémia. O Op. 16 de Brahms foi composto duas décadas antes. São cinco pequenas peças em que já se vislumbra a grandiosidade das quatro sinfonias compostas mais tarde.
Ficha Artística
Orquestra Académica Metropolitana
Direção Musical: Jean-Marc Burfin
A. Dvorák Serenata para Sopros
J. Brahms Serenata N.º 2
Programa / Cartaz
Antonín Dvorák (1841-1904) – Serenata para Sopros, Op. 44 (1878)
25 min.
I. Moderato, quasi marcia
II. Minuetto: Tempo di minuetto
III. Andante con moto
IV. Finale: Allegro molto
Johannes Brahms (1833-1897) – Serenata N.º 2, Op. 16 (1858-9)
30 min.
I. Allegro moderato
II. Scherzo: Vivace
III. Adagio non troppo
IV. Quasi minuetto
V. Rondo: Allegro
Preços
- 1ª Plateia - 7€
- 2ª Plateia - 7€