Promotor
Ass. Cult. Festival Inter. de Cinema de Troia - Festroia
Breve Introdução
O ÚLTIMO PADRINHO, de Antonio Piazza, Fabio Grassadonia (2024, 122’, M/12)
Foragido durante mais de trinta anos, Matteo Messina Denaro foi o fantasma mais esquivo da Cosa Nostra. Inspirado na sua figura, o filme entrelaça traições, destinos selados e ambições destruídas, num noir que evoca a grande tradição literária siciliana. Um retrato intenso que revela o lado humano e grotesco de uma fuga lendária. Apresentado em Competição Oficial no Festival de Veneza.
Depois de cumprir vários anos de prisão por crimes relacionados com a Máfia, Catello (Tony Servillo), um político de longa data, perdeu tudo. Quando os serviços secretos italianos o “convencem” a ajudar a capturar Matteo (Elio Germano), o último grande chefe da Máfia ainda em fuga, que Catello conhece desde criança, vê uma oportunidade de regressar. Homem astuto de cem máscaras, ilusionista incansável que transforma a verdade em mentira e a mentira em verdade, Catello inicia uma correspondência com o fugitivo, tão singular quanto improvável, explorando o vazio emocional do jovem. Uma aposta que, com um dos criminosos mais procurados do mundo, envolverá sempre um certo grau de risco. Toni Servillo é Palumbo, em busca de redenção, enquanto Elio Germano interpreta Messina Denaro, um chefe mafioso cansado da guerra e prisioneiro da sua própria sombra.
Preços