Promotor
Município de Ourém
Breve Introdução
ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA & JOÃO BARRADAS
Música
6 de junho, sábado, 17:00
Sala Principal
Entrada: 10,00 euros
M/6 anos
Duração: 90 minutos
5º ANIVERSÁRIO DO TEATRO MUNICIPAL DE OURÉM
ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA & JOÃO BARRADAS | “QUADROS DE UMA EXPOSIÇÃO”
SINOPSE
Modest Mussorgsky inspirou-se em pinturas e aguarelas para percorrer, com a sua música, uma galeria imaginária.
Na origem, foi com esta obra para piano solo que homenageou o seu amigo Victor Hartmann, pintor e arquiteto que morrera naquele ano de 1874.
Porém, por entre gnomos e bruxas, castelos e jardins, a fantasia dos Quadros de uma Exposição só floresceu verdadeiramente em 1922, aquando da transcrição para orquestra de Maurice Ravel.
Mas este programa reserva-nos uma outra transcrição ainda mais surpreendente.
O acordeonista João Barradas prossegue a cruzada para ampliar o repertório do seu instrumento e propõe-se interpretar o Concerto para Piano N.º 3 de Rachmaninov, uma das obras mais difíceis de todo repertório pianístico.
O acordeão «ganhará asas» numa prova de resistência, controlo expressivo e destreza técnica.
ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA
A Orquestra Metropolitana de Lisboa é pedra angular de um projeto que se estende além do formato habitual de uma orquestra clássica. Quando se apresentou pela primeira vez em público a 10 de junho de 1992, anunciou o propósito de fazer confluir as missões artística, pedagógica e cívica. Estreou obras de grande parte dos compositores portugueses no ativo e, para lá da música que se reconhece na tradição clássica europeia, toca ainda outros estilos e tradições, tendo já partilhado palco com os Xutos & Pontapés, Carlos do Carmo, Rui Veloso, Mário Laginha, Tito Paris, Sérgio Godinho e muitos outros.
Entre tantos, foi dirigida pelos maestros Enrique Dimecke, Arild Remmereit, Christopher Hogwood, Theodor Guschlbauer, Emilio Pomàrico e, mais regularmente, Nicholas Kraemer, Brian Schembri (Maestro Titular em 2003/2004), Olivier Cuendet, Enrico Onofri e Michael Zilm.
Pedro Neves é, desde janeiro de 2021, Diretor Artístico e Maestro Titular.
JOÃO BARRADAS
João Barradas destaca-se como um dos músicos mais criativos no panorama do acordeão europeu, movendo-se, simultaneamente, entre a tradição clássica e a música improvisada. É o responsável pelos primeiros recitais de acordeão em programações tão distintas como as da Wiener Konzerthaus, da Fundação Calouste Gulbenkian ou do Festival d’Aix-en-Provence e apresenta-se como solista com a Orquestra Filarmónica de Londres, a Orquestra da Tonhalle de Zurique, a Sinfónica de Hamburgo ou a Orquestra de Câmara de Colónia, sob a direção de prestigiados maestros como Edward Gardner, Alondra de la Parra, Sylvain Cambreling e Christoph Poppen. No mundo do Jazz, tem aumentado a influência do seu instrumento colaborando com alguns dos mais importantes improvisadores contemporâneos, tais como, Mark Turner, Peter Evans, Aka Moon, Greg Osby, Mike Stern, Rufus Reid, David Binney, Gil Goldstein, Perico Sambeat, Christian Lillinger, Tineke Postma, Ben Van Gelder e formações alargadas como a Brussels Jazz Orchestra. Foi nomeado ECHO Rising Star pela European Concert Hall Organization em 2019. Em 2024, João Barradas foi Artista em Residência na Casa da Música, no Porto, e foi distinguido com o Sir Jeffrey Tate Award, na Alemanha.
Preços
- Plateia 1 - 10€
- Plateia 2 - 10€