Promotor
Fundação Centro Cultural de Belém
Sinopse
Na coreografia original, o Bolero soa numa estalagem da Andaluzia, onde uma mulher dança com xaile e castanholas sobre uma mesa, rodeada de homens refestelados num cenário a meia-luz. O clima é de sedução e culmina em êxtase. Desde então, a música emancipou-se, tornando-se num ícone da cultura popular e principal selo do nome Ravel — mas este representa muito mais: foi um ilustre representante das texturas sonoras difusas típicas da música francesa do seu tempo, de que são exemplos a música que compôs para o bailado Daphnis et Chloé, La mer de Debussy e Paraísos Artificiais de Luís de Freitas Branco. Estas quatro obras-primas do repertório sinfónico recriam de maneira impressiva imaginários fantasiosos, com precisão e fluidez e aparente simplicidade.
PROGRAMA
Luís de Freitas Branco (1890—1955) Paraísos Artificiais
Claude Debussy (1862—1918) La mer
— Intervalo —
Maurice Ravel (1875—1937) Daphnis et Chloé: Suite n.º 2
Maurice Ravel Bolero
FICHA ARTÍSTICA
Direção Musical Yue Bao
Orquestra Metropolitana de Lisboa
Coprodução Centro Cultural de Belém, Orquestra Metropolitana de Lisboa
Conversa pré-concerto por Rui Campos Leitão às 16h30.
Informações Adicionais
A Fundação Centro Cultural de Belém reserva-se o direito de proceder à captação, armazenamento e utilização de registos de imagem, som e voz, com a finalidade de difusão e de preservação da memória, quer das suas atividades culturais e artísticas, quer dos seus espaços. Para quaisquer esclarecimentos adicionais utilize o endereço eletrónico [email protected]
Preços
A Fundação Centro Cultural de Belém reserva-se o direito de proceder à captação, armazenamento e utilização de registos de imagem, som e voz, com a finalidade de difusão e de preservação da memória, quer das suas atividades culturais e artísticas, quer dos seus espaços. Para quaisquer esclarecimentos adicionais utilize o endereço eletrónico [email protected]