Promotor
Faz Cultura - Empresa Municipal de Cultura de Braga, E.M.
Sinopse
Alicerces da música alternativa nacional dos últimos anos, MAQUINA. e Scúru Fitchádu têm suportado o tecto das baixas frequências em Portugal. São dois projetos que fazem da mescla o cerne da identidade, embrulhando, cada um à sua maneira, várias estéticas e latitudes. Desafiados pela promotora portuense Machamba e pelo gnration, cruzam-se num novo espetáculo que surge de uma residência artística.
Feroz trio lisboeta, MAQUINA. rodopia entre o krautrock e o techno. Fazem música corporal, baseada em ritmos hipnóticos, batidas industriais e potência crua. Ao vivo, alimentam-se de uma bateria implacável, um baixo áspero e um ruído afiado de guitarra que transmite uma intensidade que rompe com as fronteiras de género. Estrearam-se em 2023 com Dirty Tracks for Clubbing e seguiram a todo o vapor, um ano depois, com PRATA (2024).
Scúru Fitchádu é Marcus Veiga. Filho de pai cabo-verdiano e mãe angolana, nasceu em Lisboa e foi acumulando diversos estímulos artísticos. Neste projeto incorpora um pouco de todos, desde o punk e o rock industrial ao funaná. Depois do primeiro longa-duração, Un Kuza Runhu (2020), o músico lançou Nez txada skúru dentu skina na braku fundu (2023), disco conceptual inspirado nos movimentos revolucionários de libertação africana, e, mais recentemente, Griots i Riots (2025).
Em conjunto, MAQUINA. e Scúru Fitchádu prometem uma intersecção no mínimo intrigante, mas cujo resultado tem tanto de imprevisível como de ensurdecedor.
Preços
Descontos
- Alunos Ensino Artístico
- AM Incapacidade Multiuso
- Cartão ISIC
- Cartão Jovem
- Crianças até 12 anos
- Desempregados
- Estudante
- Maiores de 65 anos
- Pentágono
- Profissionais Espetáculo