Promotor
Caminhos - Exib. e Distr. Cinema Sociedade Unipessoal, Lda
Informações Adicionais
32ª Edição Caminhos do Cinema Português
Ensaios - Arquivo e Memória
«Búzio» (Nádia Duarte; PRT; 2025; 5’17”)
Um filme sobre a realidade sonora distorcida.
«Documents for the End of the World» (Henrique Buzachero; ARG, BRA; 2025; 7’05”)
Após um golpe de Estado, o governo de um país latino-americano proíbe o som.
«The Observer» (Arnis Kalnins; LVA; 2025; 18’18”)
O realizador contempla o seu pai, um fotógrafo não-conformista, a partir de um drone, enquanto este cava uma sepultura e vai cantarolando uma música da sua infância.
«THE FOUNTAIN OF MEMORY» (Jordi Sanz Angrill; ESP; 2025; 23’37”)
Mia e Marcel esqueceram-se de quem são e do que foram um para o outro. Agora, reencontram-se numa floresta fronteiriça marcada pela Guerra Civil Espanhola, em busca de uma fonte que, diz-se, devolve as memórias perdidas. Pelo caminho, o passado e o presente confundem-se, tal como a memória pessoal, a coletiva e a histórica.
«Corpos Celestiais» (Pedro M. Afonso; PRT; 2026; 6’57”)
A noite cai, eterna. Neste crepúsculo civilizacional, um velho Astrofísico resiste à luz das estrelas, observa diligentemente uma escuridão que há muito intriga a Humanidade: o Vazio de Boötes. Até que o Vazio o olha de volta.
«Romanticism» (Raphaël Delorme-Duc, Max Bédrune; BEL; 2025; 12’57”)
Na viagem para a Galiza, apertados num carro, as gerações confrontam-se, entre ternura e tensões. A minha avó, viúva e lúcida, conta-nos as histórias de amor e de viagens passadas que marcaram a nossa família. Com o meu namorado Raphaël, exploramos o que significa amar, comprometer-se e as expectativas que pesam sobre o nosso relacionamento recém-iniciado.
«L’UOMO PIÙ BELLO DEL MONDO» (Paolo Baiguera; ITA; 2026; 17’35”)
Um tabu de família, uma história perdida. A partir de 25 fotografias, um sobrinho reconstrói a história de vida de Michele, o tio que perdeu devido à SIDA e à heroína na Itália das décadas de 1980 a 1990. Guiado pelas ternas memórias da sua mãe e pela perspetiva apática da IA, ele reflete sobre a memória, o valor das imagens e o que fica por dizer.
«Do silêncio à palavra» (João Pedro Barriga; PRT; 2026; 20’00”)
Três caminhos cruzados num filme-ensaio que adota uma narrativa mitológica, viajando no tempo, e misturando elementos poéticos e etnográficos: uma história não contada sobre um encontro inesperado com a realizadora Margarida Cordeiro, uma adaptação do romance "Pedro Páramo" que esta nunca chegara a realizar após a morte de António Reis, e uma viagem às terras de Miranda.
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