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Distrito Sala

MARTINHO DA VILA

10-04-2019

Com samba no coração e na voz, Martinho da Vila traz ao Coliseu de Lisboa a sua musicalidade inconfundível! De sorriso rasgado, o cantor e compositor brasileiro, com uma carreira repleta de êxitos, admite que continuará a cantar enquanto a voz não lhe falhar…

MARTINHO DA VILA

MARTINHO DA VILA

Conte-nos um pouco da sua história de amor com Portugal. Quando é que começou?

 

A minha admiração por Portugal começou na escola primária, ao estudar História. Ainda menino eu já sonhava em conhecer este belo país.

 

 

O que é que o público português pode esperar do concerto no Coliseu de Lisboa?

 

Vou fazer uma tournée pela Europa, a começar por Portugal. Será um show baseado no meu álbum mais recente, o Bandeira da Fé, com músicas novas, inclusive o Fado das Perguntas, uma nova composição minha. Os meus grandes sucessos serão apresentados, entre os quais Casa de Bamba, Canta Canta Minha Gente, Mulheres e Madalena do Jucu. Também está incluída a canção Dar e Receber, que gravei com a fadista Kátia Guerreiro.

 

 

Que recordações guarda dos concertos em Portugal e do público português?

 

Adoro Portugal! O vinho, a culinária e principalmente o público português, sempre carinhoso comigo e vibrante nos meus shows.

 

 

Como é que aos 30 anos decidiu tornar-se músico profissional?

 

Não foi exatamente um projeto de vida, um sonho. Foi acontecendo... E eu fui-me esmerando.

 

 

Além do samba, que representa, que outros estilos musicais gosta de ouvir?

 

Gosto de ouvir qualquer tipo de música, desde que tenha riqueza poética melódica… E que seja bem interpretada, bem harmonizada e bem produzida.

 

 

Aos 81 anos tem uma vida cheia: lançou 48 álbuns, fundou uma escola de samba e continua a surpreender os fãs em concertos ao vivo. O que é que ainda lhe falta fazer?

 

Faltar não falta, mas há coisas que ainda não fiz. Um exemplo é a pintura de quadros. Já plantei árvores, escrevi livros e pretendo, enquanto tiver voz, continuar cantando. 

 

Qual o segredo da sua juventude?

Conviver com jovens, aprender mais que ensinar e levar a vida devagar, devagarinho.

MARTINHO DA VILA

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