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Distrito Sala

Coliseu de Lisboa

02-07-2018

São muitas as razões para não perder um único concerto do Coliseu de Lisboa, e por isso destacamos os próximos concertos da sala mais emblemática do país!

Coliseu de Lisboa

Coliseu de Lisboa

A Sala portuguesa que recebeu Prince pela última vez!

 

A cidade inteira foi atraída à inauguração do Coliseu de Lisboa, a 14 de agosto de 1890, “enchendo a velha ‘Estrada da Correnteza’, tornada ‘das Portas de Santo Antão’ e dando não pouco trabalho à polícia que mal conseguiu manter ordeiros os que não obtiveram bilhetes”. Assim se recorda, em documento escrito, o dia em que abriu portas a Sala que é hoje uma das mais emblemáticas da capital e do país. Para a estreia foi escolhida uma opereta – o “Boccaccio” - do popular Franz von Suppé, ainda vivo, representada pela companhia italiana Carracciolo. A sala de espetáculos é uma das mais bonitas de Portugal. Sobre um octógono em alvenaria foi colocada a cúpula, importada diretamente de Berlim. Pelo palco, com 40 metros de profundidade e 18 de largura já passaram figuras incontornáveis da música e do espetáculo. Prince deu aqui, em 2013, o seu último concerto em Portugal, mas muitos outros grandes nomes o antecederam e sucederam.

 

 

SABIA QUE...

 

Em 1906, o Coliseu descobria o “filão” da Luta greco-romana, cujos campeonatos anuais se tornaram chamariz regular, introduziram-se noites com jiu-jitsu e a partir de 1916, na presença do campeão do mundo, Jack Johnson, tiveram início os regulares serões de boxe. O principal objetivo da sala de espetáculos era atrair e contentar multidões, o que tem sido conseguido até aos dias de hoje.

O Coliseu de Lisboa assumiu-se sempre como uma sala de espetáculos popular, com preços baixos e espetáculos de diversos tipos, entre os quais a ópera. O Coliseu evidenciou-se especialmente no campo da ópera durante a Primeira República, constituindo então uma alternativa ao S. Carlos e tornando-se na "Catedral" do entretenimento de Lisboa. Ricardo Covões e os seus descendentes aproveitaram, tanto quanto possível, as valências desta sala para os mais variados géneros de entretenimento.

 

PROGRAMAÇÃO:

 

São muitas as razões para não perder um único concerto do Coliseu de Lisboa, e por isso destacamos os próximos concertos que marcam definitivamente 2018. Só fica em casa quem quiser!

 

 

GRACE ÉVORA & AMIGOS

 

O cantor e baterista cabo-verdiano traz convidados ao palco do Coliseu, a 7 de julho, para em conjunto mostrarem o melhor da música moderna de Cabo Verde, da kizomba à coladeira. Na sua carreira, regista espetáculos esgotados em toda a Europa, África e América do Norte, e inúmeros hits de sucesso incluindo "Total Love", bem como colaborações com conceituados artistas. Lolita, Bia e El e Sabim são alguns dos sucessos deste artista que é uma das referências da música cabo zouk.

 

 

STONE SOUR

 

A banda norte-americana faz uma paragem no Coliseu de Lisboa em rota pela sua digressão mundial, a 11 de julho. O álbum Hydrograd, lançado a 30 de junho, sucede a House of Gold & Bones, um duplo álbum conceptual lançado em duas partes em 2012 e 2013. O novo trabalho marca o regresso a Portugal do grupo com temas icónicos como “Through Glass” ou “Bother”.

 

 

O GRANDE ENCONTRO

 

O encontro entre Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Alceu Valença acontece a 12 de julho, em Lisboa. Depois do recente sucesso no Brasil, este espetáculo de duetos e momentos a solo chega finalmente a Portugal, mais de 20 anos depois da sua edição original. Mais de um milhão de pessoas assistiram a este concerto na Passagem de Ano em Copacabana no Rio de Janeiro.

 

 

BEACH HOUSE

 

O duo de Baltimore está de regresso a Portugal, a 25 de setembro, depois de lançar no início do ano “Lemon Glow”, que serve de apresentação ao próximo álbum, o sétimo da banda americana. Esta banda pop, que nascia em 2004, é formada pela vocalista e teclista Victoria Legrand e pelo guitarrista Alex Scally. O seu novo álbum, “7” (assim designado por ser o sétimo da banda), foi lançado a 11 de maio de 2018 e confirma as sonoridades dream pop e psychedelic pop, que caracterizam os norte-americanos. “Lemon Glow”, “Dive”, “Dark Spring” e “Black Car” são os quatro singles que servem de rampa de lançamento do último álbum.

 

 

CAETANO VELOSO

 

Chega a 1 e 2 de agosto, mas não vem sozinho: no palco encantará com os seus três filhos, Moreno, Zeca e Tom. Juntos apresentam Ofertório, um espetáculo inédito que estreou no Rio de Janeiro em outubro do ano passado. Algumas das canções emblemáticas do brasileiro vão escutar-se no Coliseu: “O Leãozinho”, “Reconvexo” e tantas outras, como clássicos de Moreno e canções novas, com um violão e sons acústicos.

               

 

CAMEL

 

A banda britânica, com mais de 45 anos de carreira e liderada por Andrew Latimer, atua no próximo dia 2 de setembro. Os Camel formaram-se em 1972 e em meados dos anos 70 tornam-se famosos com os álbuns “The Snow Goose” e “Moonmadness”. Em 1991, depois de se mudar para a Califórnia, Latimer lançou o álbum “Dust and Dreams”, baseado na obra “As Vinhas da Ira” de John Steinbeck.

 

 

FEIST

 

Seis anos depois, FEIST repete a dose e traz na bagagem um novo álbum: “Pleasure”. As mais recentes músicas da artista, que ficou conhecida por integrar os Broken Social Scene, serão apresentadas na sala de espetáculos lisboeta a 9 de setembro. O novo trabalho é uma reflexão sobre segredos e vergonha, solidão e ternura, carinho e cansaço, avisa a artista, que o descreve como um estudo da auto-consciência.

 

 

JOSÉ GONZÁLEZ

 

Apresenta pela primeira vez em Portugal um dos maiores projetos do seu percurso artístico, a 2 de outubro, numa aventura conjunta com The String Theory, um coletivo musical com base em Berlim e Gotemburgo. Este coletivo explora sonoridades alternativas e cruza dois universos: a música clássica contemporânea e a música pop. Este trabalho junta o sueco González e o coletivo, uma performance apresentada pela primeira vez ao vivo em 2010 perante um esgotado Gothenburg Concert Hall, e repetida em digressões por toda a Europa e EUA. Público e críticos de grandes jornais europeus ajoelharam-se a seus pés.

 

 

DEEJAY KAMALA 2.0 – 20 ANOS

 

É o primeiro espetáculo de um Dj em nome próprio no Coliseu e promete ficar para a história. Kamala celebra os 20 anos de carreira em palco e termina a digressão “2.0” na sala lisboeta, a 19 de setembro. “2.0” é o culminar de uma metamorfose, uma fusão entre a música urbana, o talento nacional e a tecnologia. Os 20 convidados desta noite são alguns dos artistas que acompanharam Kamala durante duas décadas.

 

 

CALUM SCOTT

 

Os fãs não precisam de esperar mais, porque Calum Scott vai passar pelo Coliseu a 26 de setembro. O artista, que se tornou conhecido pela sua participação no Britain’s Got Talent, em 2015, com a versão de “Dancing On My Own”, lançou o seu primeiro álbum de originais “Only Human”. O tema de estreia “You Are The Reason”, balada escrita por Scott, Jon Maguire e Corey James Sanders, já conquistou o público nacional.

 

 

DEVA PREMAL & MITEN WITH MANOSE

 

Apresentam a nova digressão que convida a experimentar as forças do Mantra ao vivo, a 30 de setembro. Entre setembro e outubro de 2018, a tournée passará por 18 cidades da Europa que vão receber este trio que, nos últimos doze anos, tem viajado pelo mundo, inspirando milhares com os antigos cânticos sagrados em Sânscrito, canções inspiradas de Miten e embaladas pela flauta sagrada de Manose. Um espetáculo espiritual a não perder!

 

 

RODRIGO LEÃO

 

Este ano, Rodrigo Leão comemora 25 anos de carreira a solo e por isso serão vários os eventos que assinalam a efeméride. “O Aniversário” é uma grande produção de palco que o artista destinou ao seu público mais fiel, que estará consigo no Coliseu de Lisboa nos dias 9 e 10 de novembro. O espetáculo contará com uma formação alargada de dez músicos e duas cantoras, e um trabalho técnico extremamente cuidado que usufrui de uma amplificação sonora adaptada quer a grandes espaços como a salas mais exigentes, garantindo que em cada recanto se possa escutar cada pormenor da instrumentação.

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