Promotor
Universidade de Coimbra - Teatro Académico de Gil Vicente
Sinopse
Enquanto espera ansiosamente pelos resultados de um exame médico, Cléo, uma cantora, deambula pelas ruas de Paris. No caminho, encontra-se com o seu amante, o seu compositor, a sua amiga Dorotheé e com um soldado prestes a ser destacado. Nesta crónica dos minutos da vida de uma mulher, Varda captura a Paris dos anos 60 de forma eloquente, entre a vérité vívida e o melodrama. Um dos filmes mais emblemáticos da Nouvelle Vague, permanece até hoje tão vibrante como em 1962.
Ficha Artística
Origem França, 1961 (estreia 11.04.1962)
Título original Cléo de 5 à 7
Com Corinne Marchand, Antoine Bourseiller, Dominique Davray, Dorothée Blank
Festival de Cannes 1962 – Selecção Oficial em Competição
Cópia restaurada
Ciclo Grande Retrospectiva Agnès Varda
Horário de Funcionamento
Bilheteira / Atendimento Presencial
Segunda a sexta-feira: 17h00 - 20h00
Sábados, domingos e feriados: encerrada.
Em dias de eventos: abre duas horas antes e encerra uma hora depois do início do espetáculo.
Informações Adicionais
Agnès Varda foi uma mulher e uma artista com uma curiosidade sem igual e uma imensa liberdade, precursora da Nouvelle Vague e uma das poucas da sua geração a fazer carreira como realizadora. Prolífica e infatigável, generosa e versátil, visionária, filmava e estava ao mesmo tempo dentro dos seus filmes, e ao longo de seis décadas, com o seu olhar único, fez obras de uma grande originalidade, reinventando o cinema e acabando por se tornar um ícone, cuja obra continua a influenciar novas gerações de cineastas e artistas.
Recebeu vários prémios, entre eles o Louis Delluc e os Cesars, ou nos festivais de Cannes (onde seria também galardoada com uma Palma de Ouro honorária em 2015), Berlim e Locarno, nos European Film Awards e, em 2017, um Óscar à sua carreira.
A sua primeira longa, La Pointe courte (1954), representou, naquele tempo, como a própria Agnès reconheceria, a primeira manifestação de um fenómeno colectivo, de um movimento que, de qualquer forma, teria de aparecer. Uma década mais tarde, e depois de nos ter dados filmes icónicos como Cléo de 5 à 7 (1961), mudou-se, com Jacques Demy, o seu marido, para LA, e aí viveriam vários anos. Enquanto Paris começava a fervilhar com os acontecimentos do Maio de 68, do outro lado do Atlântico, Varda captava, em algumas das suas obras mais marcantes do seu “período americano” como Black Panthers (1968) e Lions Love (… and Lies) (1969), a cultura hippie e a agitação das lutas políticas.
Já de novo em França, dar-nos-ia obras-primas como Sem Eira nem Beira (1985), Os Respigadores e a Respigadora (2000), ou As Praias de Agnès (2008).
Preços
Descontos
- Alliance Française
- Comunidade UC
- Desempregado
- Estudante
- Fnac
- Grupo = ou > 10 pax
- Maiores de 65 anos
- Menores de 25 anos
- OE Região Centro
- Profissionais da Cultura
- rede alumni uc
- Serviços Sociais da CGD